Saiba como proceder ao receber cobrança do TJMG em seu banco
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Entenda por que o DDA pode aparecer e o que fazer antes de pagar Cidadãos que, ao abrirem o aplicativo do banco, se depararem com uma cobrança em nome do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) no sistema de Débito Direto Autorizado (DDA), precisam ter atenção: a presença de uma guia no DDA não significa que o TJMG tenha realizado uma cobrança automática, nem que exista de fato uma dívida real. Esse tipo de documento surge quando alguém utiliza o CPF ou o CNPJ da pessoa para gerar um documento de custas processuais. O que é o DDA? Pelo fato de o sistema apenas rastrear e exibir documentos registrados sob o CPF ou o CNPJ do correntista, a mera aparição de um boleto no ambiente bancário não comprova que o valor seja efetivamente devido.
O sistema para emissão da GRCTJ fica disponível no Portal do TJMG e pode ser acessado por qualquer usuário para emitir guias relacionadas a processos judiciais (Crédito: Magnific / Imagem Ilustrativa) A relação com o Tribunal de Justiça O sistema para emissão da GRCTJ fica disponível no Portal do TJMG e pode ser acessado por qualquer usuário para emitir guias relacionadas a processos judiciais. Quando um boleto desse tipo é registrado com um CPF ou um CNPJ, o serviço de DDA do banco o identifica automaticamente e o exibe para o correntista. Contudo, é importante saber que o TJMG não fornece os dados das partes do processo para a emissão dessa guia. A geração do documento não ocorre de maneira automatizada a partir do banco de dados do Tribunal. Na verdade, as informações – como o número do processo, o CPF ou o CNPJ do pagador – são digitadas manualmente pelo próprio usuário que acessa o sistema para emitir a guia. Quem pode ter gerado o documento? O preenchimento é totalmente manual e dois cenários comuns explicam a emissão indesejada de cobrança: erro de digitação de CPF ou CNPJ por parte de um terceiro, ou a emissão de guias apenas para a conferência de valores. Para consultas ou conferência de custas, os usuários devem utilizar a ferramenta de simulação de valores disponível no Portal TJMG, evitando gerar boletos reais sem necessidade. Afinal, receber a guia significa ter uma dívida com o tribunal? Não necessariamente. Gerar uma guia no site é um procedimento técnico que não se confunde com a confirmação de que existe uma obrigação real de pagamento dentro de uma ação judicial. Além disso, o banco apenas lista os documentos associados aos dados do correntista, sem capacidade ou função de analisar processos para checar se a cobrança é de fato devida. Como agir Somente o seu advogado ou a secretaria do tribunal poderão consultar os autos para verificar se existe algum valor devido, qual a origem exata do recolhimento e se a guia que está no DDA realmente corresponde à obrigação existente no processo. Os esclarecimentos fazem parte da “Iniciativa Estratégica 72 – Programa de Aprimoramento da Gestão de Custas”, que integra o Plano Estratégico 2021-2026 e representa um passo decisivo para consolidar o papel do TJMG na promoção de boas práticas de gestão. Diretoria Executiva de Comunicação – Dircom |

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