Reunião contesta legalidade de contrato da Copasa e prevê aumento de tarifa

 Reunião contesta legalidade de contrato da Copasa e prevê aumento de tarifa

Para deputada, direção da estatal ignorou exigências legais de licitação, de consulta pública e limite de tempo para prorrogação.

A renovação, em 25 de março de 2026, do contrato da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) pode acarretar um aumento de 4% na tarifa cobrada aos consumidores belo-horizontinos e foi baseada em uma interpretação controversa da Lei federal 14.026, de 2020, o Marco Legal do Saneamento. Essas foram algumas conclusões de audiência pública realizada nessa quarta-feira (15/4/26) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

O índice de 4% foi anunciado pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Meio Ambiente no Estado de Minas Gerais, Wallace Silva, durante o debate organizado pela Comissão de Direitos Humanos da ALMG por solicitação da presidenta, deputada Bella Gonçalves (Psol). O objetivo foi discutir suspeitas que pesam sobre o processo de privatização da Copasa, que vem sendo conduzido pelo Governo do Estado.

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