Policial militar reformado vai a júri popular por feminicídio
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Crime aconteceu em 2025, na região Noroeste de Belo Horizonte A juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, do Tribunal do Júri – 1º Sumariante da Comarca de BH, pronunciou Marcos Antônio Januário e decidiu manter a prisão preventiva do réu (Crédito: Cecília Pederzoli / TJMG) Um policial militar reformado vai a júri popular pela morte de uma garota de programa no bairro Carlos Prates, na região Noroeste de Belo Horizonte. Além da pronúncia de Marcos Antônio Januário, a juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, do Tribunal do Júri – 1º Sumariante da Comarca da Capital, decidiu manter a prisão preventiva do réu. Na tarde do dia 16/10, a vítima estava em seu local de trabalho, exercendo atividade de acompanhante em apartamento, quando iniciou um novo atendimento com o acusado. Ao entrar no quarto, o homem passou a discutir com a mulher, sacou uma arma de fogo e atirou contra o rosto dela. Após o crime, ele foi localizado em frente ao prédio da vítima. O policial reformado chegou a resistir à abordagem, mas foi detido e preso. Na Justiça, a defesa do policial requereu a desclassificação do crime de feminicídio para homicídio “diante da absoluta ausência de prova quanto ao elemento subjetivo específico exigido para o feminicídio” e, ainda, pediu a eliminação da qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Na sentença, a juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza argumentou que provas juntadas no processo e depoimentos de testemunhas indicam que o caso deve ser levado a júri popular. |

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