Governo do Brasil vai qualificar 1.710 profissionais em MG para ampliar a oferta de implante contraceptivo
Novo ciclo de oficinas percorrerá o Brasil, com foco em municípios com menos de 50 mil habitantes. No estado, haverá três oficinas em Belo Horizonte, de 19 a 28 de maio
O Governo do Brasil iniciou a segunda fase das oficinas de qualificação para a inserção do implante contraceptivo subdérmico de etonogestrel no SUS, conhecido como Implanon. A previsão é qualificar mais 11 mil profissionais, entre médicos e enfermeiros, para ampliar a oferta do método na rede pública. Serão mais 32 treinamentos em todo o país, com foco em municípios com menos de 50 mil habitantes. Em Minas Gerais, serão realizadas três oficinas em Belo Horizonte, nos dias 19 e 20; 21 e 22; e 27 e 28 de maio. A previsão é que 1.710 profissionais da atenção primária do estado sejam treinados, 580 em duas oficinas e mais 550 em outra, para ofertar métodos contraceptivos, incluindo a inserção do Implanon, além de abordagens que visam o diálogo sobre a saúde sexual e reprodutiva do paciente.
“A atividade trouxe discussões sobre políticas públicas e direitos sexuais e reprodutivos, além de mais segurança para realizar o procedimento” A realização das novas oficinas é mais uma etapa da estratégia de implementação do Implanon no SUS, que busca qualificar os profissionais para inserção, retirada e manejo de possíveis intercorrências e reforçar a conduta nas consultas em saúde sexual e reprodutiva com uma abordagem abrangente, que inclui direitos sexuais e reprodutivos, dignidade menstrual, enfrentamento ao racismo, abordagem às violências na atenção primária à saúde e todos os demais métodos contraceptivos ofertados no SUS. O Implanon integra o rol de métodos contraceptivos gratuitos do SUS – que inclui preservativos externos e internos, DIU de cobre, anticoncepcionais orais combinados e de progestagênio, pílulas de emergência, laqueadura tubária bilateral e vasectomia, entre outros. O Ministério da Saúde reforça, contudo, que o uso de preservativos é indispensável, por ser o único método que garante proteção simultânea contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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