Chuvas intensas acendem alerta em Minas e reforçam importância da proteção à vida e ao patrimônio em áreas de risco

 Chuvas intensas acendem alerta em Minas e reforçam importância da proteção à vida e ao patrimônio em áreas de risco

Temporais deixam mortos, desabrigados e marcas emocionais profundas, evidenciando a necessidade de cuidado, amparo e planejamento

O período chuvoso em Minas Gerais tem provocado uma sucessão de transtornos e tragédias, atingindo diretamente milhares de famílias, especialmente aquelas que vivem em áreas de risco. As chuvas, cada vez mais intensas e concentradas, causam alagamentos, deslizamentos de terra, desabamentos de imóveis, quedas de árvores, interrupções no fornecimento de energia e danos elétricos provocados por raios.

Mais do que prejuízos materiais, o que mais impacta são as perdas humanas e o sofrimento das famílias que, de forma repentina, veem suas rotinas interrompidas e seus projetos de vida abalados. O medo constante de novos temporais, a insegurança diante das incertezas e a dor provocada pela perda de entes queridos deixam marcas profundas e duradouras.

Um dos episódios mais recentes e devastadores ocorreu em Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata mineira. As fortes chuvas que atingiram Juiz de Fora deixaram 16 mortos e 440 pessoas desabrigadas. Na madrugada de terça-feira (24), o município decretou estado de calamidade pública e suspendeu as aulas em todas as escolas da rede municipal. O Corpo de Bombeiros realizou buscas por pelo menos 45 desaparecidos. Já em Ubá, seis pessoas morreram em decorrência da chuva e duas foram dadas como desaparecidas. Um rio transbordou na noite de segunda-feira (23), e a Avenida Beira Rio ficou completamente tomada pela água. Ao todo, as chuvas deixaram 22 mortos e centenas de desabrigados nas duas cidades, evidenciando a força destrutiva dos temporais e o impacto humano dessas tragédias.

Diante de cenários como esse, especialistas reforçam que a proteção deve ser ampla, contemplando tanto as pessoas quanto o patrimônio. O seguro de pessoas, com coberturas para morte acidental, invalidez permanente e assistência funeral, representa uma rede de amparo essencial em momentos de extrema dor. Em situações inesperadas, como as provocadas por desastres naturais, esse tipo de proteção garante um capital que pode assegurar a continuidade financeira da família, oferecer suporte imediato e preservar a dignidade em meio ao luto.

A assistência funeral, por exemplo, proporciona organização e cobertura das despesas relacionadas ao sepultamento, evitando que, além da dor, os familiares enfrentem dificuldades financeiras para realizar uma despedida respeitosa. Em momentos de choque e fragilidade emocional, contar com esse suporte significa acolhimento, cuidado e respeito à memória de quem se foi.

Ao mesmo tempo, os seguros patrimoniais também desempenham papel relevante na reconstrução. O seguro residencial pode oferecer cobertura para danos causados por vendaval, granizo, queda de raio, incêndio, explosão, desmoronamento, alagamentos e enchentes, conforme as garantias contratadas, além de danos elétricos que atingem eletrodomésticos e equipamentos. Para comerciantes e empreendedores, o seguro empresarial é fundamental para minimizar prejuízos, proteger estoques, estruturas físicas e garantir condições para a retomada das atividades.

Mais do que números e estatísticas, cada ocorrência representa histórias interrompidas e famílias que precisam recomeçar. A proteção securitária, seja de pessoas ou de bens, cumpre uma função social importante ao oferecer estabilidade em meio ao caos, permitindo que o foco esteja na recuperação emocional e na reconstrução da vida.

Para o presidente do Sincor-MG, Gustavo Bentes, o momento exige empatia, solidariedade e conscientização. “Nenhuma proteção substitui uma vida, mas pode garantir que uma família não enfrente sozinha, além da dor, a insegurança financeira. O seguro de pessoas é uma forma de cuidado com quem fica, assegurando dignidade e continuidade.”, afirma.

Ele destaca que falar sobre seguro, especialmente em períodos de chuva intensa, é falar sobre responsabilidade e planejamento. “Proteção é um ato de amor e também de prudência. Quando pensamos nas pessoas e no patrimônio de forma integrada, estamos fortalecendo as famílias e contribuindo para que elas tenham mais segurança para enfrentar situações extremas como as que estamos vivenciando”, conclui Bentes.

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O Lábaro

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